Portal do sindicato dos empregados de Campinas e região

Filiado à

Nossa história

No dia 18 de maio de 1979, foi empossada a primeira Diretoria do Sindicato, marcando oficialmente o início de sua trajetória. Poucos anos depois, em 13 de janeiro de 1982, a entidade conquistou sua sede própria, instalada no Edifício José Guernelli, à Rua General Osório, 1031 – andar, sala 95, no centro de Campinas/SP. Nesse mesmo local, por oito anos, funcionou a Delegacia do Sindicato Estadual, embrião do que viria a ser o atual SEAAC de Campinas e Região. A inauguração foi celebrada em uma solenidade que reuniu dirigentes, associados e convidados, simbolizando um importante avanço na organização sindical da categoria.

Antes de consolidar-se como sindicato autônomo, o SEAAC de Campinas e Região atuava como Delegacia vinculada ao Sindicato Estadual. A mudança de status ocorreu em 20 de outubro de 1978, quando o Ministério do Trabalho reconheceu oficialmente a entidade como Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio (SEAAC), conferindo-lhe legitimidade e autonomia de atuação.

Atualmente, o SEAAC de Campinas e Região representa trabalhadores de 23 municípios do interior paulista, abrangendo seus respectivos distritos. São eles: Águas de Lindóia, Amparo, Artur Nogueira, Campinas, Cosmópolis, Elias Fausto, Engenheiro Coelho, Estiva Gerbi, Holambra, Indaiatuba, Itapira, Jaguariúna, Lindóia, Mogi Guaçu, Mogi Mirim, Monte Alegre do Sul, Monte Mor, Paulínia, Pedreira, Santo Antônio de Posse, Serra Negra, Socorro e Valinhos.

Edit Template

Com apoio do Brasil, convenção para proteger trabalhadores em apps é aprovada na OIT

Após dias de intensos debates, embates diplomáticos e articulações sindicais, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) aprovou, nesta quarta-feira (4), a criação de uma Convenção Internacional do Trabalho sobre as condições de trabalho na economia de plataformas digitais. A decisão representa uma vitória histórica para a classe trabalhadora mundial e teve apoio decisivo do Brasil, do México, da União Europeia, de países africanos e caribenhos.

A convenção – que será complementada por uma recomendação e terá sua redação final concluída em 2026 – irá estabelecer regras obrigatórias para garantir direitos e dignidade a milhões de entregadores, motoristas e trabalhadores de empresas digitais ao redor do mundo.

“Este é um momento histórico para a classe trabalhadora. Os trabalhadores, junto ao governo brasileiro, à União Europeia, aos países africanos e do Caribe, derrotaram as plataformas digitais, capitaneadas pelos EUA e pela China. Teremos uma Convenção Internacional do Trabalho para os trabalhadores em aplicativos”, celebrou Antonio Neto, presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) e membro da Comissão de Normas da OIT.

Durante a sessão, o ex-ministro Gilberto Carvalho, atualmente Secretário Nacional de Economia Popular e Solidária, representando o governo brasileiro, fez um apelo humanitário aos países contrários, lembrando que milhões de trabalhadores vivem hoje em situação de indignidade. “Precisamos garantir direitos e dignidade humana. Sabemos todos aqui a diferença entre uma convenção e apenas uma recomendação”, afirmou.

Os Estados Unidos, apoiados por países como China, Japão, Índia e Suíça, lideraram a pressão que tentou limitar a discussão a uma recomendação não vinculante. Os empregadores votaram em bloco contra a convenção, enquanto os representantes dos trabalhadores aprovaram a proposta por unanimidade.

A sindicalista britânica Amanda Brown, vice-presidente da comissão pela bancada dos trabalhadores, destacou que o objetivo não é travar a inovação tecnológica, mas sim garantir condições dignas: “Os trabalhadores não querem frear a inovação, querem trabalho decente no mundo todo”.

A delegação governamental brasileira foi composta pela chefe da Assessoria Especial para Assuntos Internacionais do Ministério do Trabalho e Emprego, Maíra Lacerda, e por Gilberto Carvalho, ex-ministro e representante do governo na comissão.

O que muda com a convenção?

A nova convenção, que será concluída na próxima Conferência Internacional do Trabalho, em 2026, obrigará os países a legislar para proteger os trabalhadores de plataformas digitais, que hoje operam sem garantias trabalhistas em grande parte do mundo.

Com isso, abre-se um caminho para reverter a precarização acelerada do trabalho em setores como entrega de alimentos, transporte por aplicativos e outros serviços digitais.

“A CSB seguirá atuando de forma ativa na construção desse marco internacional, defendendo os direitos dos trabalhadores e ampliando a organização sindical nesse novo mundo do trabalho”, comemorou Antonio Neto.

Fonte: CSB

Base Territorial: Águas de Lindóia, Amparo, Artur Nogueira, Campinas, Cosmópolis, Elias Fausto, Engenheiro Coelho, Estiva Gerbi, Holambra, Indaiatuba, Itapira, Jaguariúna, Lindóia, Mogi Guaçú, Mogi Mirim, Monte Alegre do Sul, Monte Mor, Paulínia, Pedreira, Santo Antonio de Posse, Serra Negra, Socorro e Valinhos.

Filiado a:

© 2026 Criado por vidi vici