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Nossa história

No dia 18 de maio de 1979, foi empossada a primeira Diretoria do Sindicato, marcando oficialmente o início de sua trajetória. Poucos anos depois, em 13 de janeiro de 1982, a entidade conquistou sua sede própria, instalada no Edifício José Guernelli, à Rua General Osório, 1031 – andar, sala 95, no centro de Campinas/SP. Nesse mesmo local, por oito anos, funcionou a Delegacia do Sindicato Estadual, embrião do que viria a ser o atual SEAAC de Campinas e Região. A inauguração foi celebrada em uma solenidade que reuniu dirigentes, associados e convidados, simbolizando um importante avanço na organização sindical da categoria.

Antes de consolidar-se como sindicato autônomo, o SEAAC de Campinas e Região atuava como Delegacia vinculada ao Sindicato Estadual. A mudança de status ocorreu em 20 de outubro de 1978, quando o Ministério do Trabalho reconheceu oficialmente a entidade como Sindicato dos Empregados de Agentes Autônomos do Comércio (SEAAC), conferindo-lhe legitimidade e autonomia de atuação.

Atualmente, o SEAAC de Campinas e Região representa trabalhadores de 23 municípios do interior paulista, abrangendo seus respectivos distritos. São eles: Águas de Lindóia, Amparo, Artur Nogueira, Campinas, Cosmópolis, Elias Fausto, Engenheiro Coelho, Estiva Gerbi, Holambra, Indaiatuba, Itapira, Jaguariúna, Lindóia, Mogi Guaçu, Mogi Mirim, Monte Alegre do Sul, Monte Mor, Paulínia, Pedreira, Santo Antônio de Posse, Serra Negra, Socorro e Valinhos.

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Babá entra na Justiça contra Fábio Wajngarten e pede pensão vitalícia após acidente

Ex-funcionária da família alega que perdeu o movimento do braço direito em acidente de carro; diz que não havia cinto de segurança disponível

Dirlene Marciana do Nascimento Silva, que trabalhou como babá da família de Fábio Wajngarten entre 2014 e 2020, entrou com ação na Justiça contra o ex-secretário de Comunicação do governo Bolsonaro e sua esposa, Sophie Wajngarten. Ela pede indenização por danos morais, materiais, estéticos, lucros cessantes e pensão vitalícia após ter ficado com sequelas permanentes em razão de um acidente de carro ocorrido durante uma viagem com a família em março de 2022.

Segundo a petição inicial, Dirlene estava no banco traseiro do carro, acompanhando as três filhas do casal, quando o veículo foi supostamente “fechado” por uma motocicleta. O carro era conduzido por Fábio Wajngarten, que, conforme o processo, dirigia “em altíssima velocidade”. A babá sofreu uma grave lesão no ombro direito: ruptura de tendão, fissuras ósseas e comprometimento permanente da mobilidade.

A ação detalha que, no momento do acidente, Dirlene estava sem cinto de segurança. Ela afirma que isso se deu porque todos os cintos do banco traseiro estavam sendo utilizados pelas três crianças, que ocupavam os assentos ao seu lado. A ausência de cinto foi citada por cláusula do acordo firmado posteriormente entre as partes, mas, segundo a autora, o documento omitiu deliberadamente o fato de que não havia cinto disponível para ela.

Após acordo de babá com Wajngarten,  quadro clínico se agravou

Dias depois do acidente, Fábio e Sophie firmaram um acordo com Dirlene no valor de R$ 38 mil, que foi homologado pela Justiça. A expectativa médica, à época, era de que a recuperação duraria 90 dias, período durante o qual ela estaria impossibilitada de exercer a profissão de massoterapeuta.

Contudo, o quadro clínico se agravou. Uma cirurgia experimental realizada em 2024, mais de dois anos após o acidente, também não trouxe melhora. Segundo laudos médicos anexados ao processo, Dirlene perdeu completamente os movimentos do braço direito e sofre com dores constantes, o que a impede de trabalhar como babá ou massoterapeuta.

A defesa da autora sustenta que os réus sabiam da gravidade do caso desde o início, já que o pai de Fábio Wajngarten — médico — foi quem intermediou a cirurgia e o tratamento no Hospital das Clínicas. Argumenta também que Dirlene assinou o acordo em condição de extrema vulnerabilidade, precisando urgentemente do valor para custear a cirurgia. Para os advogados, o acordo foi desproporcional e não levou em conta os danos permanentes, que só foram constatados depois.

No pedido, a babá solicita que a Justiça reconheça que o acordo não cobre os danos supervenientes e exige uma reparação integral, incluindo pensão vitalícia por invalidez e nova indenização por danos irreparáveis.

Fonte: ICL Notícias

Base Territorial: Águas de Lindóia, Amparo, Artur Nogueira, Campinas, Cosmópolis, Elias Fausto, Engenheiro Coelho, Estiva Gerbi, Holambra, Indaiatuba, Itapira, Jaguariúna, Lindóia, Mogi Guaçú, Mogi Mirim, Monte Alegre do Sul, Monte Mor, Paulínia, Pedreira, Santo Antonio de Posse, Serra Negra, Socorro e Valinhos.

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